O que li me levou a refletir sobre o quanto o esquerdismo, o comunismo, o marxismo e outras aberrações semelhantes representam de retrocesso para a humanidade.
Veja bem: na Antiguidade, os reis e imperadores eram considerados a encarnação dos deuses e, por isso, donos de tudo, inclusive da vida dos seus súditos. Durante a Idade Média, os senhores feudais eram donos da terra, da produção e da vida dos vassalos. Depois, através do trabalho, os homens começaram a erguer a cabeça e, para usar um termo de Moita, conseguiram adonar-se do seu destino e finalmente, decidir de si para si, como, quando e onde viveriam, dentro das limitações impostas pelas condições sociais, das quais somos ainda (e graças a Deus) súditos. Se assim não fosse, não haveria sociedade, né?
Eis que, de repente, surge um desocupado, como foi o tal do Marx e diz que o Estado é o verdadeiro dono de tudo, pois só ele poderia promover a distribuição justa do produto do trabalho... dos outros!! Ou seja, o tal Marx (que nunca gostou de trabalhar) viu no Estado, a fonte provedora dos vagabundos (perdão) dos mundo, como se ele, o Estado, produzisse alguma coisa. O tal Marx, com muita e falsa filosofia engendrou um meio de tomar o produto, o resultado do trabalho alheio para entregar a todo mundo. Principalmente aos parasitas sociais, como ele mesmo foi.
Pronto. Foi o que bastou para que um grande grupo de espertalhões saísse pelo mundo pregando a tomada, pelo Estado, de tudo que o homem produz. E para quê? Para distribuir ao “povo”? Só rindo mesmo. Ou chorando pelas vítimas que foram (e ainda são) esbulhadas, presas, assassinadas por estes verdadeiros predadores dos indivíduos humanos.
Esta foi a contribuição do marxismo e dos ismos resultantes dele para o mundo: o retrocesso ao tempo em que os reis, os senhores feudais, os “nobres” tiravam do sangue e do suor do povo, os recursos para sua própria e luxuosa manutenção. Ou você já viu algum líder comunista permanecer pobre? Basta olhar a história e observar os comunistas (todos ditadores), como Stálin, Fidel, Mao, Pol Poh, ou os mais próximos daqui, os patéticos comunistas brasileiros que vivem no luxo, usando os recursos públicos para dar esmolas aos ingênuos que neles acreditam e benesses para os aproveitadores que os apóiam.
Enquanto a humanidade trabalha e se desenvolve, lutando cotidianamente pelo desenvolvimento, pela liberdade, os comunistas (ainda que disfarçados e ainda sem trabalhar) agem sub-repticiamente (ou não) para destruir tudo aquilo que o homem almeja: alguma coisa, algum lugar para chamar de seu.
Por isso, acredito que se pode afirmar que o comunismo é sinônimo de retrocesso, de exploração, de dor, de morte.



