Sexta-feira, Novembro 20, 2009

COMUNISMO=RETROCESSO

Li, na Moita, a explicação sobre as palavras de Armínio Fraga quando este se referiu à necessidade de “reestatizar o Estado”. É muito interessante. Vá lá para você apreciar.

O que li me levou a refletir sobre o quanto o esquerdismo, o comunismo, o marxismo e outras aberrações semelhantes representam de retrocesso para a humanidade.

Veja bem: na Antiguidade, os reis e imperadores eram considerados a encarnação dos deuses e, por isso, donos de tudo, inclusive da vida dos seus súditos. Durante a Idade Média, os senhores feudais eram donos da terra, da produção e da vida dos vassalos. Depois, através do trabalho, os homens começaram a erguer a cabeça e, para usar um termo de Moita, conseguiram adonar-se do seu destino e finalmente, decidir de si para si, como, quando e onde viveriam, dentro das limitações impostas pelas condições sociais, das quais somos ainda (e graças a Deus) súditos. Se assim não fosse, não haveria sociedade, né?

Eis que, de repente, surge um desocupado, como foi o tal do Marx e diz que o Estado é o verdadeiro dono de tudo, pois só ele poderia promover a distribuição justa do produto do trabalho... dos outros!! Ou seja, o tal Marx (que nunca gostou de trabalhar) viu no Estado, a fonte provedora dos vagabundos (perdão) dos mundo, como se ele, o Estado, produzisse alguma coisa. O tal Marx, com muita e falsa filosofia engendrou um meio de tomar o produto, o resultado do trabalho alheio para entregar a todo mundo. Principalmente aos parasitas sociais, como ele mesmo foi.

Pronto. Foi o que bastou para que um grande grupo de espertalhões saísse pelo mundo pregando a tomada, pelo Estado, de tudo que o homem produz. E para quê? Para distribuir ao “povo”? Só rindo mesmo. Ou chorando pelas vítimas que foram (e ainda são) esbulhadas, presas, assassinadas por estes verdadeiros predadores dos indivíduos humanos.

Esta foi a contribuição do marxismo e dos ismos resultantes dele para o mundo: o retrocesso ao tempo em que os reis, os senhores feudais, os “nobres” tiravam do sangue e do suor do povo, os recursos para sua própria e luxuosa manutenção. Ou você já viu algum líder comunista permanecer pobre? Basta olhar a história e observar os comunistas (todos ditadores), como Stálin, Fidel, Mao, Pol Poh, ou os mais próximos daqui, os patéticos comunistas brasileiros que vivem no luxo, usando os recursos públicos para dar esmolas aos ingênuos que neles acreditam e benesses para os aproveitadores que os apóiam.

Enquanto a humanidade trabalha e se desenvolve, lutando cotidianamente pelo desenvolvimento, pela liberdade, os comunistas (ainda que disfarçados e ainda sem trabalhar) agem sub-repticiamente (ou não) para destruir tudo aquilo que o homem almeja: alguma coisa, algum lugar para chamar de seu.

Por isso, acredito que se pode afirmar que o comunismo é sinônimo de retrocesso, de exploração, de dor, de morte.

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

O "MICROPROBLEMA" DO APAGÃO

Blecaute em SP causa problemas em 78 sinais de trânsito

Padaria de SP perdeu massa para 3 mil pães na noite desta terça.
Dono de quatro estabelecimentos calcula prejuízo de R$ 20 mil.


Um dia depois de apagão, cidade do interior de SP volta a ficar às escuras
Guaratinguetá teve corte de energia na noite desta quarta.
Concessionária não explica a razão do novo apagão na cidade.


Bares e restaurantes de SP têm prejuízo com o apagão
Sem energia, contas não puderam ser emitidas.
Desta forma, muitos clientes saíram sem pagar.


Mais de 36 horas após apagão, milhares continuam sem água no Rio e em SP

A Volkswagen deixou de produzir 1,5 mil carros e 800 motores enquanto todas as quatro fábricas ficaram sem luz.

Metalúrgicas, siderúrgicas, companhias da cadeia petroquímica, fabricantes de cerâmica e vidro estão entre as principais empresas afetadas pela queda do fornecimento de energia ocorrido ontem. O apagão durou até seis horas, dependendo da localização da empresa.

Apagão prejudica hospitais, escolas, creches e abastecimento de água no Rio

Apagão em Itaipu afetou sistema da Caixa e banco está com todas as agências fechadas

Apagão deixa 6,7 milhões de moradias sem água em São Paulo

Apagão provoca caos nas ruas e avenidas do Grande ABC

Apagão paira como sombra sobre Copa e Olimpíada no Brasil, diz 'El País'

Apagão deixa às escuras um quarto da população brasileira

Apagão prejudica audiência da TV

Apagão faz imprensa mundial questionar Copa e Olimpíada

Apagão evidencia fragilidade do sistema, diz consultor

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

O GOVERNO INSENSÍVEL

E não é apenas isso. Vocês estão lembrados do "apagão" em 2001. O "apagão" foi um pouco por falta de investimento, mas foi um pouco por falta de compreensão do que é o Brasil, porque tinha um sistema que não era interligado. Em 2001, nós tínhamos excesso de água no Rio Grande do Sul e falta de água em São Paulo. Portanto, lá tinha capacidade de produzir mais energia, mas não tinha uma coisa elementar, que era a linha de transmissão, para trazer a energia excedente do Rio Grande do Sul para São Paulo ou levar de São Paulo.
Lula, em Guarulhos, SP, no dia 12 de junho de 2007



O apagão de ontem provocou inumeráveis prejuízos para os cidadãos brasileiros e quase provocou a perda de vidas, como se viu naquela maternidade de Bauru, em São Paulo. Aliás, o fato de São Paulo ter sido a principal vítima do apagão é um sinal altamente perigoso para o restante do país. Se São Paulo foi tão atingido, o que será dos outros estados onde os investimentos em infra-estruturar energética são infinitamente menores?

Além do apagão de investimentos nesta área da energia, essencial para qualquer país, os brasileiros devem se preocupar também (e muito) com o apagão da sensibilidade demonstrada pelo governo diante de outras graves ocorrências que vitimaram os cidadãos deste país, tão primariamente administrado.

De início, o secretário-executivo do ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou que o apagão foi uma “perturbação” provocada por – pasme – um “problema elétrico”! Ou este secretário é um beócio, ou está rindo diante de tudo que o apagão provocou.

Mas, em se tratando insensibilidade diante de comoções nacionais, com foi o apagão de 11 de novembro de 2009, Luiz Inácio e suas cansativas falácias, quase é vencido por dois dos seus auxiliares: Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia.

O primeiro demonstrou o quanto vive distante do povo (este ectoplasma usado e abusado pelos companheiros) ao afirmar que, diante de tudo o que o governo (?) dele já fez, houve apenas “um microproblema”. Assim se pronunciando, revelou que, para o governo, não passam de lixo, as vidas colocadas em risco, os prejuízos e os transtornos provocados pelo apagão. Como se não bastasse, ainda considerou um “exagero da oposição” classificar o apagão de... apagão.

Já o ministro especial, Marco Aurélio Garcia (o popular top-top), cuja preocupação com o povo já foi demonstrada por ocasião do acidente com o avião da TAM, que vitimou 199 pessoas, nem se lembrou dos milhares de brasileiros prejudicados pelo “problema elétrico”.

Ele parece usar permanentemente aquele instrumento que mantêm os burros sempre olhando para o que lhes acenam à frente dos olhos. Por isso, do mesmo modo que agiu no citado acidente, diante da morte e da dor dos cidadãos, preocupou-se apenas com o possível uso político, por parte da oposição, deste apagão.

Este é o governo que temos.

Será este, o governo que merecemos?

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

NO MUNDO DO FAZ DE CONTA, TANTA MAGIA...

O mundo do faz-de-conta instalado no Brasil pelo lulopetismo está cada vez mais delirante.

Um mundo mágico até que seria bem vindo, nestes tempos de individualismo desiludido e triste, podendo significar um retorno à época em que os seres humanos acreditavam em sua capacidade de construir, unir e melhorar a sociedade por eles criada. No lulopetismo, ao contrário, o mundo mágico é comandado por seres malignos, que fingem e enganam, as “metamorfoses ambulantes”, indignas da confiança e do respeito de qualquer pessoa que vive em sociedade construindo e respeitando limites e convenções.

Exemplos?

Um dos exemplos do mundo mágico-maligno é a chefe da casa civil, Dilma Rousseff que, no mundo da magia, está sendo transformada em Dilma, a mãe do PAC, do petrosal, da transposição do São Francisco e todos os necessários filhos cujo nascimento venham a ameaçar o país e favorecer a falsificada sucessora (com o aliás, convém ao mundo mágico dos malignos). Sobre Dilma Rouseff, um dos fabricantes da mãe terrível, afirmou que “estamos partindo do zero, fabricando um candidato” (li na VEJA).

Neste mágico mundo brasileiro, é assim: não há pudor, vergonha ou escrúpulo. De onde nada existe, os mágicos criam seres travestidos de anjos, quando querem enganar; ou de demônios, quando querem ameaçar. Podem também, unir ambas as entidades em um só ser, aterrorizante, por sua falsidade.

Exemplo da falsa magia? A ida da ministra, como representante do Brasil à conferência de Copenhague, tratar de assuntos do meio ambiente quando esta, segundo a Vitae Civilis, “exigiu revisão da proposta apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente para que o país seja menos ambicioso no esforço de limitar as emissões de gases de efeito estufa, a fim de permitir maiores taxas de crescimento econômico do Brasil”.

Antes de citar o outro exemplo, é bom lembrar que, para ser realmente poderosa, a magia precisa de uma alguma permanência, o que exige espetáculos contínuos de névoa duradoura. A magia precisa também, e essencialmente, da disposição de alguns para aceitar o engano e, junto com o mágico, fingir que a farsa encenada é real.

Um exemplo? O prêmio dado a Luiz Inácio, na Inglaterra, festejando sua incrível capacidade de contribuir para as relações internacionais, em especial, na América Latina, mas sem esquecer a África e o Oriente Médio. Não podemos negar que o Luiz Inácio contribuiu muito para as relações internacionais do Hugo Chávez, do Evo Moralez, do Fidel Castro, do Ahmadinejad, do Mugabe, entre outros líderes do universo da magia. Deste ponto de vista, ele merece o prêmio.

Entretanto, o mais fantástico, o mais fantasioso, o mais...mágico, neste mundo de magias incontáveis, é o patrocínio do tal prêmio que, Luiz Inácio, acompanhado deste outro ser de fantasia, a Dilma Rouseff, digo, a mamãe-pac, recebeu.

São vários os integrantes do mundo da magia que patrocinam o prêmio: empresas com interesses no governo brasileiro, incluindo bancos (Itaú, Bradesco, Santander, HSBC), a Telefônica e as reais parideiras de mágicas (financiando-as com o dinheiro do público), as estatais (BNDES, que inaugura um escritório na capital britânica, a Petrobras e o Banco do Brasil). Segundo li aqui (e copiei), entre os patrocinadores com interesses no governo brasileiro está a multinacional GlaxcoSmithKline, fornecedora de medicamentos e vacinas ao Ministério da Saúde.

No mundo mágico, há certa mistura entre burguesia e nordestino-expulso-pela-seca-operário-sindicalista, mas nada com que se assustar. Tudo é fantasia, tudo.

Enquanto a fantasia cresce e se espalha (erva daninha que é), nós, os trouxas (leia Harry Potter, ou não, nem precisa. Trouxa é trouxa sempre), alheios ao mundo mágico, ficamos de cá, assistindo e pagando pela magia negra do lado de lá.

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

SOCIALISMO? NÃO, OBRIGADA

No blog do MOVCC há, hoje, um excelente artigo sobre o futuro da Venezuela diante das consequências do bolivarianismo chavista, caso o povo daquele pobre país não se rebele a tempo.

Neste artigo, o autor se refere ao “socialismo do século XXI”, ligando-o aos desmandos de Hugo Chávez e outros semelhantes. Cá entre nós, não acredito que Chávez e qualquer um destes oportunistas popularescos que estam no poder atualmente, sejam socialistas ou que sequer percebam o significado deste conceito que, aliás, tornou-se praga na boca de todo tiranete em volta do mundo, especialmente na América Latina.

Neste continente, sob a máscara do "socialismo", estamos vendo brotar uma safra maligna, perniciosa, de governantes irresponsáveis que estão promovendo, em seus países, a corrupção, o sofrimento, a miséria e a injustiça. Estas, como a história demonstra são características inseparáveis dos regimes esquerdistas que jamais convivem com a democracia. Democracia e esquerdismo são antípodas, porque este é sinônimo de totalitarismo, de opressão dos mais fracos, do povo, cujos interesses finge representar.

Ora, alguns dos atuais governantes (ou seriam instaladores do caos) latino-americanos, eleitos por prometer o céu na terra para os pobres coitados que neles acreditaram (como é o caso do Luiz Inácio), chegando ao poder, imediatamente começaram a solapar a democracia.

Cabe, então, perguntar: como pode alguém garantir os direitos do povo se não aceita governar em plena democracia? Que povo é este que os tiranos defendem, ao retirar dos cidadãos, os direitos e a honra? Que povo é este, defendido pelos falsos salvadores? Certamente, não é aquele que sequer tem acesso ao básico para sua sobrevivência, como comida, água, energia, educação. Certamente, o povo que os tiranetes defendem não é esta multidão de vítimas da esquerda, pois que esta, sendo amoral, não enxerga nada, senão seus objetivos e não defende ninguém, senão aos seus acólitos.

Acredito mesmo que o comunismo é algo antinatural por negar tudo aquilo pelo que o homem lutou, desde quando desceu das árvores: um lugar para chamar de seu e a manutenção de sua individualidade e dos seus direitos como indivíduo. O comunismo e outros tipos de esquerdismo desconhecem e desrespeitam o próprio conceito de humanidade. Querem que os homens troquem sua mais fundamental característica por uma falsa promessa de igualdade, enquanto se alimentam das esperanças dos incautos, como vampiros. E destroem o indivíduo e matam sua consciência, seu corpo e sua criatividade. E tomam seus bens, sua família, suas tradições. E os tratam como insetos. E, ao final, matam, matam, matam. De fome, de asfixia mental, de desesperança.

Estes indivíduos esquerdistas afirmam que o capitalismo é cruel por impedir a igualdade. Entretanto, eles são piores, são desumanos, são imorais, porque enganam os ingênuos com promessas falsas de igualdade, que jamais pensaram em promover. São covardes e cínicos, pois vivem encastelados, à custa do sangue de quem trabalha, eles mesmos, nada produzindo, senão a desgraça alheia, da qual se nutrem. O próprio Chávez é um exemplo, como se pode ler no artigo citado, vivendo nababescamente enquanto exige o sacrifício dos cidadãos. E o Luiz Inácio, que usa o dinheiro público somente pra sua autopromoção? São exemplos de esquerdistas que mentem (como todos os esquerdistas), que fingem, que enganam.

O que está acontecendo na Venezuela e, em alguns aspectos, também aqui no Brasil, é uma amostra do que a América Latina será em pouco tempo. As perseguições e prisões injustas, como se viu na VEJA; o sucateamento das empresas públicas, nas mãos dos “companheiros”; as desapropriações; as cotas; as milícias; a falta de itens básicos de sobrevivência, como a água, a energia e a informação; a violência dirigida a quem não se vende ou não aceita a tirania são os passos que todos estaremos trilhando em médio prazo. Basta das asas à esquerda.

Precisamos reagir. Os povos latino-americanos não podem se tornar vítimas e reféns da esquerda, rebotalho do mundo.

Assim como as mulheres do ocidente não se miraram no exemplo daquelas, de Atenas, os povos latino-americanos não devem seguir o exemplo da ilha de Cuba que vive, desde o século passado, subjugada, famélica, ansiosa por liberdade, sob o domínio do terrível ditador assassino, Fidel Castro.

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

PORQUE LUIZ INÁCIO TEM QUE SAIR

Imagem daqui


Se havia alguma dúvida sobre a aliança do Luiz Inácio e os golpistas amigos que hoje mandam na pobre América Latina, Chávez, o louco ditador bolivariano, jogou-a por terra, na mais óbvia e indecente troca de favores da história deste país.

Luiz Inácio, com a aquiescência do rendido, falido e vendido congresso nacional (a ex-casa do povo), trouxe a serpente bolivariana para o ralo e pobre ninho do Mercosul. E o ditador pagou na hora:

"Eu lamento que Lula saia do governo. Por que ele tem de sair? Se um presidente governa bem e tem 80% (de aprovação popular), por que ele tem de sair?".

São as perguntas de Chávez, cujas respostas ele finge desconhecer, uma vez que enterrou, sob a tirania bolivariana, a democracia de sua pátria e lidera aqueles que querem fazer o mesmo em outros países.

Se Chávez, entre outros, finge não saber, convém que as respostas à suas insanidades estejam sempre claras para ele e o resto dos companheiros.

Ele, o Luiz Inácio, tem que sair porque aqui no Brasil, apesar dos formidáveis e vermelhos adversários, o regime democrático luta para sobreviver, por meio do cumprimento das leis e a lei manda que o governante saia ao final do seu mandato.

Ele, Luiz Inácio, tem que sair porque aqui no Brasil, a Constituição, apesar dos imorais revisionistas, ainda conserva intactos os seus princípios, entre eles, o da alternância do poder.

Ele, Luiz Inácio, tem que sair porque o povo brasileiro, depois de sofrer muito pela normalidade democrática, não se entregará facilmente a aventureiros que se querem perpétuos no poder.

Aqui não, dizemos ao Chávez.

Ele pode considerar uma vitória a sua vinda para dar o golpe fatal no Mercosul (que, aliás, já vai tarde, tendo em vista o fracasso que foi), com a cumplicidade de Luiz Inácio, de outros governantes do mesmo tipo e do congresso nacional brasileiro. Ele, o Chávez, pode até julgar que deu importante passo rumo à tomada do poder em toda a América Latina, com a legalização de sua ingerência de fato neste falido mercado comum.

Aqui não, Chávez e assemelhados.

O Brasil e o seu povo são muito maiores que o Mercosul inteiro, principalmente agora, que este foi entregue ao louco bolivariano. O Brasil é muito maior que qualquer patético golpista, embrião de ditador vitalício e não se curvará jamais a estes medíocres e ordinários indivíduos que, mergulhados no mais vermelho dos delírios, julgam ser capazes de tomá-lo para si.

Aqui no Brasil, NÃO.

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

E POR FALAR EM JUDAS

E por falar em Judas, deste Luiz Inácio entende. Afinal, quantos foram por ele traídos, em suas esperanças, desde que o “deus” vermelho assumiu o poder? E o quanto ele traiu para permanecer em evidência, ainda que como uma caricatura mal feita de governante?

Abdicando da ética, da moral e da falsa pureza que o cercavam, quando na oposição, traiu todos aqueles ingênuos que nele viam o salvador da pátria; traiu sua própria e pobre biografia, manchando com seus atos, a imagem do nordestino exilado pela miséria e a fome, mas que continua a trabalhar honestamente para garantir a sobrevivência, como milhares de outros; traiu seu próprio e lamentável partido, com sua ética de ocasião que leva ao paroxismo a imoral idéia de que “os fins justificam os meios”.

Por isso, não é de se admirar que invoque Judas, porque Luiz Inácio não traiu apenas os militantes petistas ou os eleitores dele. Sua irresponsabilidade na condução do país; os gastos excessivos; os palanques ilegais, pagos com dinheiro do erário; suas viagens constantes e inúteis; as sinecuras dadas a incompetentes e desonestos; a falsa imagem de protetor dos menos favorecidos; sua defesa feroz de ditadores e assassinos; a entrega do patrimônio e do dinheiro públicos a aventureiros de outros países, igualmente indecentes em seu afã pelo poder ilimitado e infinito, são também atos de traição, desta feita contra todo o povo brasileiro, incluindo aqueles que evitaram o erro de escolhê-lo como governante e agora pagam igualmente por sua incompetência e pela enganação cotidiana.

Que ele indecentemente se compare a Jesus Cristo, apesar de imoral, também não é de se estranhar. Não é a primeira vez que o faz. Em várias ocasiões, Luiz Inácio quis igualar-se ao filho de Deus. Porém, nunca com tal desfaçatez. Ele, com a esperteza dos cínicos, esquece-se de que Jesus foi tentado pelo demônio e resistiu, ao contrário de Luiz Inácio que, sendo de demônio menor, uniu-se a outros de maior envergadura, porém igualmente pérfidos, para transformar nosso país em um inferno de imoralidades, cinismo e falta de vergonha na cara.