CARNAL, CARNAL DEMAIS

Depois do momento dominó, em que peças caíam como moscas, vivemos agora a fase CARNAL do governo.

É hora da invasão da intimidade alheia com conselhos conjugais constrangedores, a partir da visão mais grosseira dos relacionamentos humanos, ao estilo Domingão do Faustão.

É hora da vulgaridade oriunda do supremo distanciamento de velhinhas "calientes", moldado nas chiques cities européias (nada que algum Sibá da vida possa entender, claro).

A arrogância e a vulgaridade das estrelas (ops!) combina perfeitamente com a platéia dos mestres, ou seja, os "trabalhadores" que os idolatram.

Enquanto isso, há carne, muita carne no senado da república. Mas, pelo jeito, não há navalha capaz de cortá-la.

Diante deste carnaval cuja duração já começa a cansar, a turma de baixo permanece sonolenta, mesmo engolindo amargo café.

3 comentários:

Fábio Max Marschner Mayer disse...

Agora vivemos a era do espetáculo, celebridades viram políticos, políticos viram celebridades tal qual dona Marta que, sexóloga exibicionista e apresentadora da Globo, alçou a cargos políticos e quer transmitir a todos a cartilha das celebridades: relaxar e gozar muito a vida, porque para eles ela é bela e para a maioria dos outros, basta isso, desde que existam revistas de fofocas, agora confundidas com as editorias políticas dos jornais... já não se sabe mais o que é realidade ou ficção quando o assunto parte dos políticos brasileiros.

Ricardo Rayol disse...

Por isso iremos enterrar o anão.

CAntonio disse...

Saramar,

Revogue-se a Constituição e implante-se, no seu lugar, o Kama Sutra.


Bjusmil